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 Quarto de Miss Mercy Aretha Jones

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Mercedes Aretha Jones
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MensagemAssunto: Quarto de Miss Mercy Aretha Jones   Seg Maio 07, 2012 9:44 pm



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Última edição por Mercedes Aretha Jones em Seg Maio 28, 2012 12:43 am, editado 1 vez(es)
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Sam Evans
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MensagemAssunto: Re: Quarto de Miss Mercy Aretha Jones   Qui Maio 24, 2012 2:40 pm


Desculpa a demora Sam, tive uns contratempos...ouvi a voz de Cedes por trás de mim. A espera me fez ficar um tanto encharcado e tremendo um pouquinho, além de ter quase certeza que minha boca estava azulada. Contudo, movi os ombros para cima como um “tudo bem”. A morena falou algo sobre ir pro quarto dela e quando ia me puxar pela mão, desistiu no meio do caminho, o que me fez arquear uma sobrancelha em confusão. O tom de voz, o jeito que as mãos delas tremiam um pouco como se quisesse bater em algo, além do fato de ela não querer olhar direito pra mim, o que chegava a irritar um pouco. Aquilo parecia tão... Automático. O que tinha acontecido no meio tempo em que ficamos separados? Saí de meus pensamentos quando a diva indicou o caminho, seguindo-a sem prestar muita atenção pra onde estávamos indo ou o que tinha no caminho. Só conseguia olhar para os cabelos dela a minha frente e o quão distante e perto estávamos ao mesmo tempo. Assim que chegamos ao quarto, sentei no banquinho mais próximo, tendo cuidado pra não molhar demais. — Obrigado... — Sussurrei, quando ela me entregou uma das toalhas, levando-a diretamente para os meus cabelos pingando. Esfreguei com força pra ver se a fricção ajudava a esquentar mais rápido, mas tudo o que consegui foi fazê-lo ficar ainda mais bagunçado. Dei de ombros, enquanto largava a toalha em qualquer lugar, concentrando-me em Cedes. Lancei-lhe um olhar preocupado enquanto me levantava e me aproximava timidamente dela. Com delicadeza, a fiz virar pra mim ao invés de ficar encarando a chuva, encontrando aquele olhar que já havia visto um milhão de vezes em outras pessoas que estavam passando pela mesma situação que eu e minha família estávamos. O olhar que uma pessoa faz quando tem um fardo pesado demais pra carregar sozinha. Instintivamente, passei um dos braços pelo ombro da morena, trazendo-a pra mim num abraço. Sabia que Cedes ia tentar se soltar, ela era bem orgulhosa, mas eu sabia que era mais forte do que ela nesse quesito e a única coisa que a diva poderia fazer era relaxar e me ouvir. — Baby... — quando foi que nos tornamos tão íntimos? — Mercedes... O que houve? — pousei a cabeça sobre a dela, tentando mudar meu tom de voz de preocupado para suave. Não queria deixar a diva mais tensa — Sabe... Lá no parque... Você me disse que eu podia contar contigo para o que precisasse sempre que precisasse. Você sabe que pode contar comigo também, não sabe? Pra qualquer coisa. — afrouxei o abraço, mudando para um carinho nos cabelos dela — Se não quiser contar, tudo bem. Só saiba que não está sozinha. Eu vou sempre estar aqui pra você. Sempre.



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Mercedes Aretha Jones
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MensagemAssunto: Re: Quarto de Miss Mercy Aretha Jones   Qui Maio 24, 2012 5:51 pm

*Não sei ao certo, quando Sam se aproximou de mim, só tive noção da sua proximidade, quando ele me abraçou... Oh, não eu não precisava daquilo agora, eu não precisava de ninguém... Não sou nenhuma garota branquela que precisa do apoio do namorado por conta de qualquer "besteirinha sem importância" e afinal de contas ele nem ao menos era meu namorado... Tentei me livra o que foi totalmente inútil, Sam, por incrível que pareça conseguia ser maior que eu de uma forma louca, Além de ser muito mais forte. Depois de um tempo me rende e me entreguei ao abraço... Droga a quem eu estava tentando enganar? Eu precisava muito daquilo -"Baby... Mercedes... O que houve?" - Sam perguntou e eu, realmente, não sabia como explicar o que se passava comigo e com o meu pai... ele simplesmente desprezava tudo de bom que tinha em mim e adorava ressaltar meus defeitos, tinha medo de um dia me apaixonar por um cara assim, tinha medo de que Sam fosse assim... Não queria me apaixonar, mais que inferno eu já estava completamente apaixonada por ele, agora só me restava rezar para que ele não se mostrasse, primeiro, um ser fofo para depois virar tudo aquilo que eu temia. Ele deitou sua cabeça sobre a minha e disse, em um mais calmo, que me trouxe um pouco de paz -"Sabe... Lá no parque... " - Fiz sinal de positivo com a cabeça enquanto ele continuava -"Você me disse que eu podia contar contigo para o que precisasse sempre que precisasse. Você sabe que pode contar comigo também, não sabe?..." - Repeti o gesto afirmativo -"...Pra qualquer coisa." - Me aninhei mais ao corpo dele, me sentindo mais aquecida por suas palavras e ele continuou a falar, fazendo carinho no meu cabelo -"Se não quiser contar, tudo bem. Só saiba que não está sozinha. Eu vou sempre estar aqui pra você. Sempre." - Respirei fundo e disse - Isso é algo que me dar muito vergonha Sam... Por isso não quero dividi com você, pelo menos não agora... Eu prefiro tentar esquecer tudo e a única forma disso acontecer é você me beijando, então, não perca tempo moço - Sorri para ele e abaixei um pouco o olhos, de forma tímida... era incrível como apenas o toque de Sam já era capaz de me dar uma nova carga de alegria, uma nova carga de vida.


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MensagemAssunto: Re: Quarto de Miss Mercy Aretha Jones   Sab Jun 02, 2012 5:44 pm

Apesar da preocupação com o bem estar de Mercedes e ainda não ter engolido aquela história direito,não consegui evitar uma risadinha com o que ela disse. Colei meu corpo ao dela um pouco mais, plantando um beijinho no topo da cabeça dela e depois na ponta do nariz. Sem demonstrar pressa alguma (apesar de no fundo querer cessar logo o espaço entre nós dois) levei minhas mãos o rosto dela, pressionando meu polegar de leve na bochecha da diva, enquanto olhava fundo em seus olhos, mas com um sorrisinho suave no rosto. Exalei, forçando o melhor tom sedutor. — ...Seu desejo é uma ordem, baby. — e pressionei meus lábios contra os dela, apreciando por alguns segundos o quão quentes eles estavam antes de iniciar um beijo de verdade, vagamente consciente de qualquer coisa que não era eu e ela, sentindo aquele conhecido choque percorrer meu corpo pela quarta vez no dia (e contando). Levei meus dedos gentilmente ao pescoço da morena, a impedindo de se afastar de mim antes que nós estivessemos completamente sem ar, o que infelizmente não demorou muito pra acontecer. Mordisquei o lábio inferior de Cedes de leve mais uma vez, apenas pra 'marcar território', sorrindo logo em seguida, agora passando os dedos gentilmente pelos cabelos negros. Descobrira hoje que uma das coisas que mais amava era deixar a diva sem fôlego. E a forma que os olhos dela brilhavam antes e após o beijo. E claro, o beijo em si. Obviamente, por mais que a gente tente prolongar, o beijo uma hora acaba, mas eu tinha certeza de que o sentimento que me motivara à beijá-la não iria embora. E isso era a parte mais assustadora pra mim. Com um pouco de dificuldade, me separei da diva, sentando agora na cama e voltando a enxugar meu cabelo, que parecia se recusar a ser enxuto sem luta. Lancei um olhar rápido pra janela, suspirando ao notar que a chuva parecia mais fraca. — Se der sorte, daqui a meia hora você vai estar livre de mim. — murmurei pra Mercedes, sorrindo enquanto me espreguiçava.



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MensagemAssunto: Re: Quarto de Miss Mercy Aretha Jones   Sab Jun 02, 2012 9:46 pm



*Após o meu pedido fiquei, meio tensa, esperando para ver o que viria a seguir, o efeito "praça e chuva" poderia ter acabado e Sam poderia me dar um fora, mas ele não fez isso, era sempre tão fofo, meigo e romântico comigo. Suspirei, quando ele apertou mais meu corpo ao dele e sorri quando ele beijo o topo da minha cabeça e a ponta do meu nariz. Lodo ele diz -"..Seu desejo é uma ordem, baby." *Ok, confesso que fiquei na duvida se ele tava falando sério ou imitando, muito bem, algum galã de filme romântico. Joguei um pouco minha cabeça na direção dele enquanto ele me "torturava" até que ele finalmente começou o beijo de verdade. Meu Deus, como aquilo era bom, nunca enjoaria de ser beijada por Sam, nem em um milhão de anos, não poderia existir nada melhor que aquilo, ou poderia... Por um momento fiquei tentada a tentar descobri, mas... "Hell to the No!" "vamos com calma Miss Jones" *Pensei tentando entender porque Sam me fazia querer experimentar coisas que eu nunca sonhei antes... Isso era tão louco e novo pra mim, fiquei um pouco confusa, mas me entreguei de vez ao beijo e não pensei em mais nada...

-------------------------------------------------------------
*Novamente o ar começou a faltar, eu odiava aquilo e, pelo visto, Sam também. Pudi notar isso quando ele colocou suas mãos de forma carinhosa no meu pescoço, me "proibindo" de me afastar... Inferno o toque dele fez novas sensações passarem pelo meu corpo e eu fui ficando sem ar mais rápido do que o normal.... Quando agente se separou eu estava ofegante, ele, mais uma vez, mordeu meu lábio inferior, ri fitando o chão. Ele, definitivamente, adorava aquilo. relutantemente, se afastou de mim e sentou na minha cama. Quase gritei "vai molhar minha cama". Mas eu ainda estava afetada de mais pelo beijo e fiquei sem reação. Vi ele começar uma "luta" com a toalha para secar o cabelo, o que não daria muito certo já que a toalha estava, meio, úmida. Ele fitou a janela e disse -"Se der sorte, daqui a meia hora você vai estar livre de mim." *O fitei, sem nem ao menos encarar a janela e respondi - Impressão sua, eu acho que a chuva piorou... - Fica livre dele era um "sorte" que eu não queria. Ele se espreguiçou feito um filhote de gato manhoso, não resisti, me aproximei dele com a minha toalha, mais seca, e comecei a secar o cabelo dele dizendo - Deixa que eu faço isso, mulheres entendem mais de como secar cabelos que homens... *Hum... Fiquei focada no cabelo dele enquanto me perguntava se aquilo tinha sido mais uma desculpa besta para tocá-lo.


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MensagemAssunto: Re: Quarto de Miss Mercy Aretha Jones   Dom Jun 03, 2012 1:16 pm

Quando a morena veio se aproximar de mim mais uma vez, não evitei um sorrisinho. Joguei a toalha úmida sobre o banquinho que estava, me posicionando melhor na cama enquanto sentia os dedos cuidadosos de Cedes trabalharem junto com a toalha, enxugando com muito mais eficácia o meu cabelo. Se estivesse deitado com certeza dormiria com aquele 'carinho' diferente. — Hmn, é? Que sorte a minha, então. — aquilo tanto se referia à chuva quanto ao fato de mulheres enxugarem cabelos melhor que homens e eu ter uma ali pra cumprir esse ofício. Mudei de posição mais uma vez, agora praticamente me deitando no colo de Cedes. Se pudesse, ficava daquele jeito o resto da vida... O que não foi bem o que aconteceu. Um minutinho depois, a mãe da diva entrou no quarto - a semelhança entre as duas era incrível - o que praticamente acionou meu 'sistema de segurança'. Com um movimento meio brusco, me endireitei, mandando um sorriso sem-graça para a mulher na porta com duas canecas que pareciam cheias de chocolate quente. — Ahn... Boa noite, Sra. Jones. — em seguida, ela tirou Cedes do quarto, me abandonando lá sozinho com uma cara tipo 'WTF" por uns dois minutos. Depois, quando voltou, me entregou uma das canecas, que eu aceitei sem pestanejar, agradecendo baixinho em seguida. E, novamente, aquele silêncio constrangedor tomou conta do quarto.



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MensagemAssunto: Re: Quarto de Miss Mercy Aretha Jones   Dom Jun 03, 2012 3:33 pm

*Me sentei na cama enquanto Sam dizia - "Hmn, é? Que sorte a minha, então." *Revirei os olhos e ri, ele era louco e eu meio que amava isso nele... Amava? Porque será que essa palavra veio na minha cabeça? Amava vem da palavra amor, e amor é algo muito forte pra se dizer ou pensar... Enquanto fazia carinho... Ou melhor... Enxugava o cabelo dele ele começou a "deitar" no meu colo, eu gostei muito daquilo, gostava de ter Sam por perto, quando mais perto melhor... Nesse momento a porta se abre, estava prestes a gritar "Cai fora pirralho" mas as palavras morreram na minha boca quando vi que não se tratava do meu irmão, como eu pensava e sim, da minha mãe, com o chocolate quente que ela disse que ia trazer, eu tinha esquecido. Ficamos nos fitando por alguns momentos, Sam notou o clima tenso e rapidamente saio do meu colo, o que deixou tudo ainda mais suspeito "Não fala Sam, não fala!" *pensei pouco antes de ouvi-lo dizer - "Ahn... Boa noite, Sra. Jones." - Ok, aquilo tinha sido o fim, ela com certeza tinha notado. Rapidamente ela colocou as canecas, com chocolate quente, em uma das mesinhas do meu quarto e eu lancei um olhar para Sam enquanto ela me puxava para fora do quarto...

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-"Bolinho..." Ela disse e logo voltou atras, pois o assunto era sério -"Mercedes..." não gostei daquilo, ia ser uma briga feia, tinha mentido na sala quando disse que ele era um amigo "tipo o Kurt" com certeza ela já havia notado que ele não era gay, não só pela aparência, mas pela vós. Gays não falavam daquele jeito e ela sabia disso, mordi o lábio nervosa quando ela começou a falar... -"Você sabe que eu odeio mentira, ta na cara que ele não é um amigo seu tipo o Kurt, mas..." *Antes de eu poder intender aonde ela queria chegar, sentir ela me apertando contra ela -"Ele é lindo filha, vão me dar netos lindos" - Ok, minha mãe ta maluca! -Mãe... * disse tentando me desfazer daquele abraço apertado que tava me matando - Ele pode não ser gay, mas não pense que... *ela me soltou do abraço aperto e disse, me interrompendo -"Eu vi o modo carinhoso que vocês estavam se tratando quando eu entrei e não pense que não notei o jeito que você olhou pra ele antes de sair do quarto, eu sou sua mãe, conheço você muito bem e sei que ta apaixo..." *dessa vez foi eu que interrompi ela - Ok, mamãe... ele é legal eu gosto dele, um pouquinho... Mas não quero falar disso, respeita o meu espaço pelo menos uma vez na vida... *Agora ela iria brigar comigo, mas ela apenas sorriu e disse -"Meu bolinho ta virando torta..." *Fiz uma careta e ela continuou -"Ok, parei... eu não vi aqui só pelo chocolate quente, seu irmão não quer mais ir pra quele acampamento de verão que eu ia mandar os dois... então tem uma vaga pra la paga e você pode chamar uma amiga ou amigo seu para ir com você... Bom sei que você comentou que a maioria deles vai, mas sempre tem alguém que ficou de fora..." *Fiz sinal de positivo com a cabeça e segurei o riso, pelo menos duas semanas eu ficaria livre daquele pirralho, ela me entregou os folhetos do acampamento e se virou pra ir embora, eu comecei a falar - Mãe... - ela me interrompeu, como sempre u.u, e disse, sem se voltar para mim -"Tudo bem, não falo pra seu pai sobre seu 'amigo tipo o Kurt'" *e Sumiu no fim do corredor e eu voltei para dentro do quarto.

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*Voltei para o quarto e me sentei na cama de frente pra ele, segurando os folhetos no colo. Será que ele aceitaria? sei que a família dele ta com dificuldades, mas já tava tudo pago... E seria muito divertido passar mais tempo com ele, seria chato eu ir sozinha, sabia que muitos dos meus amigos estariam lá, mas sem Sam eu me sentiria mesmo sozinha... O silencio estava me matando tinha que falar algo, mas não sabia como. Joguei os panfletos entre nós dois e disse, apontando para a figura de uma barraca - Acampamento... eu e você? *Revirei os olhos, como eu tinha regredido até os tempos das cavernas? Joguei as mãos para cima como quem pede pra uma raio cair em cima da cabeça e disse - Tenho que ir pra um acampamento no fim do verão, sei que você trabalhar, mas a maiorias das empresas dão ferias no fim do verão, talvez não seja diferente na sua pizzaria e vai ser muito legal e dinheiro não vai ser problema la... *Coloquei minhas mãos no ombro dele e disse em tom implorativo - Aceita Sam, vai ser chato sem você la... *fiz um biquinho estilo "Sam Evans" e esperei ele se manifestar.
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MensagemAssunto: Re: Quarto de Miss Mercy Aretha Jones   Ter Jun 05, 2012 8:04 pm

Sobressaltei quando Cedes voltou ao quarto, mas me concentrei mais nos folhetos que ela trazia do que na própria, com uma sobrancelha erguida em dúvida. Ela ia me dar algum tipo de aula? Sempre via aquilo em hospitais e tal mas não encontrava um sentido óbvio para a diva estar com dois daqueles naquele momento. Minha curiosidade foi cessada quando ela jogou os panfletos entre a gente, apontando para um deles. Eu já podia ver que falava, na verdade, sobre um acampamento de verão. "Acampamento... eu e você?" Ouvi a diva falar antes que eu pudesse formular algum pensamento sobre tudo aquilo. Ia abrir a boca para perguntar quando ela se adiantou "Tenho que ir para um acampamento no fim do verão, sei que você trabalhar, mas a maioria das empresas dão férias no fim do verão, talvez não seja diferente na sua pizzaria e vai ser muito legal e dinheiro não vai ser problema lá..."tentei acompanhar o melhor que consegui, tomando um dos panfletos e examinando-o mais de perto. É, nada como umas férias do trabalho para desestressar um pouco antes de voltar às aulas. Claro, teria que falar com meus pais e com meu 'chefe', mas aquilo era o de menos. Sorri com a possibilidade de passar duas semanas inteiras com a morena, sem contar que a galera do Mckinley provavelmente também estaria lá, o que tornava tudo mais 'interessante'. Voltei à realidade quando Cedes colocou suas mãos em meus ombros "Aceita Sam, vai ser chato sem você la..." e depois ela fez um biquinho. Ok, se antes eu achava que ia para esse acampamento depois disso tinha certeza. Concordei com a cabeça, coçando a nuca em seguida — Eu não sei... Tenho que ver com o senhor Giovanni, a pizzaria está 'à todo vapor ' esse mês. E também tenho que falar com meus pais, tipo, é bastante tempo e eu tenho que cuidar do Stevie e da Stacy quando eles estão fora... — encarei Cedes, que ainda fazia biquinho. — Ok, vou ver o que posso fazer. Não prometo nada, mas... — dei de ombros. Acho que era perceptível pelo meu tom de voz que eu queria muito ir. Coloquei o panfleto de novo entre nós dois, voltando a pegar a caneca com chocolate quente, bebericando um pouco e me arrependendo logo em seguida. Fiz uma careta ao constatar que estava extremamente amargo.



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MensagemAssunto: Re: Quarto de Miss Mercy Aretha Jones   Qua Jun 06, 2012 2:09 am

-"Eu não sei..." *Disse Sam e eu comecei a murchar, Sempre que alguém dizia isso era sinal de que não iria aceita, fiquei parada ouvindo ele continuar - "Tenho que ver com o senhor Giovanni, a pizzaria está 'à todo vapor ' esse mês. E também tenho que falar com meus pais, tipo, é bastante tempo e eu tenho que cuidar do Stevie e da Stacy quando eles estão fora..." *seguia fazendo biquinho, odiava ver ele dando desculpas, eram reais, eu sei, mas ficaria bem triste de ver que Sam não aproveitaria em nada suas férias de verão, era triste... Mas saber que ele fazia isso pela família, de certa forma, me deixava emocionada... - "Ok, vou ver o que posso fazer. Não prometo nada, mas.." *Ele queria ir, sentia isso em seu tom de voz, e isso só fazia meu coração bater mais forte, ele querer passar esse tempo comigo... Acariciei seu rosto tirando minhas mãos de seu ombro e fiquei fitando os panfletos que Sam tinha jogado entre agente, nesse momento ele pegou uma das canecas com o chocolate horrível da minha mãe, pensei em adiverti-lo sobre o sabor, mas já era tarde demais. Joguei a cabeça para trás rindo, quando vi a careta que Sam tinha feito e disse - Esqueci de te prevenir, mas tudo que minha mãe faz na cozinha é uma droga, quem cozinha aqui, normalmente, é meu pai - Revirei os olhos e continuei, com um pouco de raiva - Pelo menos isso ele faz de bom, além de me humi... - Parei de falar, não queria dividir isso com ele, não queria que ele soubesse que meu pai vivia me humilhando por eu ser "fofinha" e que não acreditava no meu talento. Nunca fui de me guiar pelas opiniões dos outros, mas poxa... Ele era meu pai, deveria me incentivar a seguir meus sonhos e não jogar areia neles... Suspirei triste, mas logo me lembrei da presença de Sam e forcei um sorriso na minha cara, não iria deixar meu pai me afetar, não agora. Como eu sempre dizia, palavras não me derrubam... Suspirei mais uma vez e feitei Sam, com certeza meu pai acharia piada se eu falasse, que um garoto como o Sam tinha reparado em mim... Até hoje ele duvidava da minha relação com o Puck, sempre achou que eu tinha pagado pro Puck fingir ser meu namorado. Revirei os olhos e bufei, mais uma vez tinha esquecido que Sam tava ali, isso era estranho... Forcei mais uma vez um sorriso e pensei "Sam é bom em ficar 'invisível'... e eu não acho isso legal, me deixa muito transparente na frente dele" *E me deixava mesmo, me sentia veraneável, parecia que ele sabia o que eu estava pensando ou o que eu sentia e não gostava daquilo... Era fácil de mais me abre com ele e as coisas não funcionam assim com as divas, elas sempre são discretas e reservadas, a não ser que queiram chamar a atenção ai elas conseguem atrair o foco todo para elas, Suspirei mais uma vez pensando "será que eu não nasci pra ser uma diva com meu pai dizia?" Bate na madeira, da mesinha que ficava do lado da cama e murmurei - Ta isolado, eu já sou uma diva e ponto final - Lembrei que Sam estava ali e lancei um sorriso amarelo e disse - Compondo uma musica nova, as vezes fico assim meio avoada, do que agente falava?... ha é... *Lembrei o tema do assunto e seguir falando - De tudo que a minha mãe faz na cozinha o pior é o chocolate quente, ela nunca lembra de por açúcar... Mas eu sei resolver isso, amor...*Do que eu chamei ele mesmo?... Me levantei da cama, rezando pra ele não ter notado o modo, carinhoso, como chamei ele e peguei o caminho do meu guarda-roupa que ficava no outro lado do quarto... Sentei no tapete fofinho do chão e disse - Vem Sam, trás as canecas com você... - Esperei ele se aproximar e apontei pro tapete, esperando ele se sentar do meu lado, assim que ele fez isso abri a ultima gavetinha e tirei algumas revistas de dentro e disse rindo - tem um fundo falso... aproposito eu não sou contrabandista - Ri e tirei algumas barras de chocolate de dentro do fundo falso - meu irmão descobriu o outro embaixo da cama ai tive que improvisar esse pra manter as minhas "coisas" a salvo... Tentei fazer isso com tots, mas eles estragam... Enfim coloca um pedaço dessa barra dentro da sua caneca, como ainda ta bem quente, ela vai derreter, vai dar um gosto bem melhor... Sempre faço isso, é minha salvação - Disse dando uma das barras mais doce pra ele, e colocando uns pedacinhos de outra barra dentro da minha caneca - Não ache que isso é uma atitude infantil da minha parte, mas eu vivo na fantástica fabrica de chocolate - sorri e continuei - Pelo menos isso deixa a minha vida mais doce, se quiser pode levar alguns pro seus irmãos... eles vão gostar... *Sam, definitivamente, deveria me achar louca, uma hora fico triste outra hora fico feliz como um criança boba... Enfim nem eu me entendo direito, só sabia que me sentia triste toda vez que me esquecia que Sam estava e, quasa que automaticamente, me sentia feliz quando me lembrava da presença dele, Isso só me fazia ter vontade de tê-lo por perto o máximo de tempo possível. Olhei pela janela e notei que a chuva ia diminuindo, isso não era bom, nada bom... Pensei um pouco e disse - Hum... Que tal um filme? tem vários aqui no meu quarto, agente não teria pipoca pra acompanhar, mas temos biscoitos - disse apontando pro pacote - se Aceitar te deixo escolher o filme - Dei um gole no meu chocolate e disse, como quem não quer nada: - acho que tem Avatar aqui >.<... *Estava mentindo, não tinha nenhum DVD de Avatar naquela casa, só se fosse no quarto do meu irmão e do jeito que tava irritada e nunca iria la, Sam teria uma bela surpresa ao se deparar com Crepúsculo, Anjos da noite, Um amor pra recorda e outros filmes, que eu realmente gostava, mas não era muito fã. Na verdade meus filmes preferidos estavam no meu note. Que por acaso se encontrava "sequestrado" nas fortalezas do meu irmão-pestinha.com.br/rebeldesrecord, fiz uma careta, mas logo sorri esperando uma resposta de Sam.


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MensagemAssunto: Re: Quarto de Miss Mercy Aretha Jones   Qua Jun 06, 2012 6:33 pm

Forcei minha cara a voltar ao normal, afastando o copo de mim o máximo que conseguia - no caso, depositando-o sobre a cômoda. "Esqueci de te prevenir, mas tudo que minha mãe faz na cozinha é uma droga, quem cozinha aqui, normalmente, é meu pai " assenti com a cabeça, não deixando de pensar que eu também era o homem que cozinhava em casa, então meio que tinha algo em comum com o Sr. Jones " Pelo menos isso ele faz de bom, além de me humi... " fiquei esperando o resto da sentença, certo de que aquilo tinha tudo haver com ela ter ficado triste mais cedo. Abri a boca para dizer algo mas não sabia o que falar. Observei as expressões de Cedes, o leque de emoções que ela tentava disfarçar, mas não conseguia. Ao menos não pra mim. Tive que conter uma enorme vontade de abraçá-la e dizer que as coisas iam ficar bem - apesar de eu não ter entendido direito que 'coisas' eram - mas, claro, fui covarde, me permitindo apenas suspirar junto com ela. Peguei novamente um panfleto, aproveitado para analisá-lo mais de perto ou só ter uma desculpa pra me manter ocupado enquanto aquele silêncio durasse. Levantei os olhos quase imediatamente quando ouvi Mercedes falar algo como "Ta isolado, eu já sou uma diva e ponto final" e não consegui evitar um risinho — É, eu tenho certeza disso. — murmurei num tom audível, voltando a fingir que o panfleto era a coisa mais interessante do mundo, enquanto ouvia Cedes disfarçar "Compondo uma musica nova, as vezes fico assim meio avoada do que a gente falava?" apontei com a cabeça para a caneca com o chocolate "Ha, é... De tudo que a minha mãe faz na cozinha o pior é o chocolate quente, ela nunca lembra de por açúcar.... Mas eu sei resolver isso, amor..." estranhei um pouco o apelido carinhoso, mas não pude deixar de sorrir novamente. Percebi Cedes saindo da cama, será que ela tinha se arrependido do que tinha dito? "Vem Sam, trás as canecas com você..." balancei a cabeça afirmativamente, mesmo sabendo que a morena não podia ver, e peguei as duas canecas, seguindo a diva devagar para não derramar o conteúdo. Sentei ao seu lado, esperando pra ver o que ela ia fazer, sem entender muito bem tudo aquilo. " tem um fundo falso... aproposito eu não sou contrabandista" ri do comentário final, mas me mantive calado até ela me entregar uma das barras de chocolate " meu irmão descobriu o outro embaixo da cama ai tive que improvisar esse pra manter as minhas "coisas" a salvo... Tentei fazer isso com tots, mas eles estragam..." não pude deixar de imaginar a cena de Cedes fazendo o teste e depois vendo os tots estragados " Enfim coloca um pedaço dessa barra dentro da sua caneca, como ainda ta bem quente, ela vai derreter, vai dar um gosto bem melhor... Sempre faço isso, é minha salvação. Não ache que isso é uma atitude infantil da minha parte, mas eu vivo na fantástica fabrica de chocolate. Pelo menos isso deixa minha vida mais doce, se quiser pode levar alguns pro seus irmãos... eles vão gostar" quebrei um dos tabletes de chocolate em pedaços menores, misturando tudo no chocolate. Esperei uns bons segundos até derreter um pouco, mexendo com o dedo indicador e depois bebi. Sem dúvida estava bem melhor. ­— ...Você é brilhante! Sério mesmo, quem mais pensaria nisso? — E sorri pra ela, dando mais um gole. — Quanto à levar pros meus irmãos, nem pensar. Eles ainda não trocaram os dentes-de-leite por permanentes e chocolate faz mal pros dentes. — comentei no meu melhor tom de pai/irmão-mais-velho-super-protetor, mas rindo em seguida e desmoronando toda pose, me espreguiçando em seguida. Estar com a diva era ótimo, mas não iria mentir que estava começando a ficar entediado. Sem contar que a preocupação por ter deixado meus irmãos sozinhos em casa começou a bater. Conferi o celular rapidinho, constatando que não tinha nenhuma nova mensagem, então eles deveriam estar bem e mamãe já devia ter chegado e estar tomando conta dos dois. " Hum... Que tal um filme? tem vários aqui no meu quarto, agente não teria pipoca pra acompanhar, mas temos biscoitos. Se aceitar te deixo escolher o filme" ok, vamos às opções novamente. Ficar implicava passar no mínimo mais duas horas com Cedes e possivelmente aumentar meu saldo de beijos, o que definitivamente era a melhor parte. Sair significava enfrentar a chuva e provavelmente levar uma bronca em casa por ter deixado meus irmãos sozinhos. " Acho que tem Avatar aqui " aposto que meus olhos duplicaram de tamanho. Não era segredo pra ninguém que o filme que eu mais gostava - mais até que Star Wars e Avengers - era Avatar. — Sério?! Que massa! Sabia que eu sei todas as falas de Avatar? E sei decorado todo o dicionário Na'Vi! Por exemplo, sabia que ... — ops, já ia falar como era 'eu te amo' em na'vi (coisa que tinha praticado umas dez milhões de vezes mas nunca tive chance de dizer pra ninguém, nem mesmo pra Quinn) — Bom, deixa pra lá. Mas, ok, acho que dá pra ficar e assistir um filme aqui. — dei de ombros, olhando rapidamente pra estante de dvds de Cedes. Se ela colocasse Avatar, eu certamente iria repetir todas as falas e comentar tudo e, por mais que adorasse fazer aquilo, sabia que era extremamente chato. Suspirei, coçando a nuca. — Sabe... Eu não faço taaanta questão assim de assistir Avatar. Para sua própria sanidade, é melhor você escolher o filme. Qualquer um está bom pra mim... — 'contanto que eu esteja assistindo com você'. Eu ia dizer, mas desisti no meio de caminho. Tomei mais um gole de chocolate quente devagarzinho, como uma desculpa pra ficar calado, enquanto voltava à me sentar na cama e esperava Cedes escolher o filme.



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Mercedes Aretha Jones
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MensagemAssunto: Re: Quarto de Miss Mercy Aretha Jones   Qua Jun 06, 2012 8:58 pm


- "Sério?! Que massa! Sabia que eu sei todas as falas de Avatar? E sei decorado todo o dicionário Na'Vi! Por exemplo, sabia que ..." *Ok, agora eu era a pessoa mais arrependida do mundo, me partia o coração ter que dizer pra ele que não tinha um filme de avatar ali, ele tava tão animado que parecia até que o mundo tinha se tornado mais colorido em volta dele, podia ver até uma "aura" de luz saindo dele, provavelmente isso era fruto da minha imaginação. Ele parou de falar por um momento, o que me deixou meio confusa, mas logo e disse -"Bom, deixa pra lá. Mas, ok, acho que dá pra ficar e assistir um filme aqui." - Suspirei animada e sorri, tinha mais um tempinho com ele, dependendo do filme que eu escolheria, então pegaria o mais longo... Será que avatar é grande? se for valeria a pena ir até o quarto do meu irmão pegar... Estava preste a perguntar a duração de avatar, quando ele disse - "Sabe... Eu não faço taaanta questão assim de assistir Avatar. Para sua própria sanidade, é melhor você escolher o filme. Qualquer um está bom pra mim.." *Sorri quando ele disse aquilo, tava na cara que ele queria ver avatar, mas era melhor eu não insistir com aquele filme, pois se meu irmão não o tivesse eu ia quebrar a cara e ter que dizer para Sam que estava mentindo. O vi se levanta e seguir para minha cama, peguei algumas barras de chocolate que estavam espalhadas no chão e coloquei de volta no armário, deixando apenas alguns biscoitos de fora. Arrumei meu "esconderijo, não mais tão, secreto" e me levantei jogando os pacotes na cama do lado de Sam fui até a minha estante de filme e fiquei olhando a capa de alguns - Hummmmm, vejamos... O que vai ser hoje? * Perguntei para mim mesma enquanto me decidia... Joguei um de lado e disse para Sam - Esse de jeito nenhum eu iria chorar horrores, e eu tenho certeza que você já deve ter assistido "O Guarda-costas" umas... - Ia completar dizendo "mil vezes" mas lembrei que Sam, provavelmente, não deveria ser tão fanático pela Whitney como eu. Sorri fazendo sinal de negativo com a cabeça e completei - Deixa pra lá. Gosta de vampiros vs lobos? Espero que goste já escolhi o nosso filme - Sorri sem dizer o nome, provavelmente ele não iria gostar, mas eu também não gostava, na verdade escolhi ele porque era o mais longo que eu vi ali, no momento. Coloquei o DVD de 'Crepúsculo' no aparelho, apaguei as luzes e me sentei na cama, encostada na cabeceira, bem afastada de Sam. Não sei porque, mas ver ele na minha cama, no escuro, me deixou com um pouco de vergonha... Peguei o pacotinho de bolacha e fiquei com o olho grudado na tela, que passava os créditos iniciais, e outro em Sam [?]


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MensagemAssunto: Re: Quarto de Miss Mercy Aretha Jones   Qui Jun 07, 2012 7:42 pm

Virei com o peito pra baixo na colcha da cama, encarando a morena enquanto ela escolhia o filme. Porque estava com um mal pressentimento? "Quieto Samuel Evans, Cedes tem bom gosto. " chacoalhei a cabeça um pouco, pegando o filme que ela jogou pra mim e analisei a capa "Esse de jeito nenhum eu iria chorar horrores, e eu tenho certeza que você já deve ter assistido "O Guarda-costas" umas... Deixa pra lá. " provavelmente era mais um daqueles romances melosos. Não que eu não curtisse filmes assim, mas era óbvio que preferia os de ação e ficção científica. "Gosta de vampiros vs lobos? Espero que goste já escolhi o nosso filme" inocentemente, implorei mentalmente que fosse qualquer outro filme que não algum da saga crepúsculo. Acho que no escuro não dava pra ver a careta que fiz quando os créditos iniciais apareceram. Aguentei uns bons vinte minutos acordado, sem me mexer muito. De vez em quando olhava pra Cedes, voltando depois a me concentrar na tela da televisão como se nada tivesse acontecido. Por alguma razão, não achava nada de interessante num filme com um vampiro cintilante, uma branquela sem bunda e um índio bombado que parecia ter a inteligência de uma quina de mesa. E o pior, o fato de Cedes estar 'longe' me deixava de mãos atadas, já que não podia usar as duas horas de filme pra aproveitar esse tempo com ela. Talvez se eu fechasse os olhos só um pouquinho o filme acabaria mais rápido... Só um pouquinho.




...

Acabara de entrar naquele modo meio acordado, meio dormindo em que o sonho se mistura com a realidade. Não conseguia enxergar um palmo à frente do meu nariz, mas sabia que aquele não era meu quarto. Não tinha ideia de que horas eram nem por quanto tempo tinha dormido, o que tornava tudo na minha cabeça uma gigante confusão. Me mexi um pouquinho na cama desconhecida, batendo de leve em algo que não estava ali anteriormente... algo quente e fofinho e que ressonava baixinho e ritmadamente. Nessa hora, meus olhos já se acostumavam com a pouca claridade e eu já conseguia destinguir os cabelos negros de Mercedes bem à minha frente. Droga. Me inclinei um pouco, constatando que ainda estava completamente vestido, o que com certeza era um bom sinal (-qq). Tentando ao máximo não acordar a morena ignorando fortemente meu corpo que pedia que continuasse ali, sentei-me na beira da cama e tirei o celular do bolso, vendo que eram três horas da manhã, cedo e tarde demais ao mesmo tempo. Suspirei, esfregando as têmporas por pouco tempo e voltei pro lado de Mercedes, observando-a. Ela ficava tão linda dormindo... Seria maldade acordá-la àquela hora. Fechei os olhos sentindo, depois de pouco tempo, minhas pálpebras pesarem de vez e minha mente se tornar um breu. Inconscientemente joguei um dos meus braços levemente por cima da morena fazendo dela um ursinho de pelúcia gigante enquanto voltava de vez ao meu mundinho dos sonhos, ironicamente, sonhando com a garota que estava bem à minha frente.



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Última edição por Sam Evans em Qua Jun 20, 2012 11:16 am, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Quarto de Miss Mercy Aretha Jones   Sex Jun 08, 2012 5:55 am


Quando assisti crepúsculo tinha se tornado algo tão chato e cansativo? Talvez seja apenas porque a pessoa que eu quero falar, tocar, abraçar, beijar... Esteja bem do meu lado e eu não tenha coragem pra fazer nenhuma dessas coisas... Suspirei e olhei pra Sam quietinho do outro lado da cama, mal conseguia ver seu rosto, devido a escuridão. Nem era muito longe de mim, pois eu podia sentir o calor que vinha do corpo dele, aquilo estava sendo uma tortura pra mim. Me voltei para a tela e lentamente aproximei minha mão da dele, fiquei o tempo assim, esperando alguma reação da parte de Sam, mas nada veio como resposta, nem um apertinho nem nada. Tomei coragem e apertei delicadamente a mão dele contra a minha e ainda assim não tive nenhum resposta. Será que ele estava chateado comigo por causa do filme? Fiz beicinho e afastei minha mão da dele cruzando os braços. Se ele queria ficar zangado comigo aza era o dele, eu não ligava pra isso, não mesmo... Nem um pouco... Talvez só um tiquinho de nada... Revirei os olhos, peguei o controle e dei pause no filme, se ele achava que tinha o direito de se zangar comigo por causa de de uma besteira como essa eu iria provar pra ele, que ele não tinha. Liguei a luz do abaju e me voltei para ele armada, até a raiz do cabelo, para uma verdadeira guerra diplomática, apenas para constatar que Sam dormia inocentemente e inconsciente de toda a revolta que havia se formado dentro da minha cabeça... Sem perceber deixei um sorriso, terno, escapar da minha boca. Sam era tão perfeito enquanto dormia, não que já não fosse assim acordado, mas dormindo era algo mais especial, ele parecia tão calmo e tranquilo, naquele momento poderia apostar que a mente dele estava totalmente vazia, sem os problemas com a família nem o cansaço do trabalho. "Engatinhei" pra perto dele e joguei seu cabelo para trás, ele era tão maravilhoso. Sorri e joguei o cabelo dele para o lado em seguida para o outro, confesso que gastei um tempo lerdo colocando, carinhosamente, o cabelo de Sam para vários ângulos diferentes tentando descobrir de que forma me agradava mais o cabelo dele, mas era impossível, simplesmente amava o cabelo dele de qualquer forma... "Amava" novamente essa palavrinha perigosa circulando na minha mente... Balancei a cabeça e parei de "brincar" com o cabelo dele. Se Sam tinha "resolvido" ficar de livre e espontâneo sono, quem era eu pra dizer que ele não podia... Levantei da cama, desliguei a Luz do abaju, fiz o mesmo com o aparelho de DVD e sair do quarto. Ainda tinha uma família inteira pra despistar.


[...]


Desci as escadas que davam para sala e notei que minha família já tinha jantado "muita falta de consideração comigo!" pensei, mas não disse nada afinal não estava com fome mesmo. Os biscoitos tinham sido mais que suficiente pra mim. Me sentei no sofá e olhei para minha tia Eleonor, queria ter certeza que ela não tinha me visto na pizzaria e pelo sorriso dela, parecia que não tinha visto. Papai logo comentou que iriamos passar o sábado na praia. Estava preparando uma desculpa pra não ir, quando ele disse que se eu tivesse vergonha de usar um biquíni, por causa do meu corpo, eu nem precisava ir, poderia ter brigado, mas apenas concordei e aproveitei pra destacar que o meu "amigo tipo o Kurt" já não se encontrava mais dentro da casa. Alias teria que ver como manteria ele aqui comigo no dia seguinte, já que teríamos a casa toda para nós, Talvez eu pudesse trancar todas as potas e dizer que emperrou tudo por causa da chuva. Tive vontade de ri da minha ideia sem noção, mas conseguir me controlar e na primeira oportunidade que tive fingir está com sono e voltei para o quarto, mas pudi esculta algo sobre a filha da tia Eleonor vim passar um tempo com agente, sorri, isso, realmente, seria legal adorava, de verdade, minha prima.


[...]


Ao voltar para o quarto notei que Sam ainda dormia, então, fui direto para o banheiro, escovei os dentes e voltei para o quarto. Ainda tinha que decidir se me comportaria como uma criança e construiria uma cama no chão pra mim, ou se eu me comportaria como a mulher madura, que sou, e dividiria a cama com Sam. Fiquei um tempo parada de frente pra cama com as mãos da cintura até que um trovão, seguido de um raio "estourou" do lado de fora da casa, não pensei duas vezes antes de correr pra cama e já que estava ali resolvi que iria ficar, agora só tinha que saber se construiria um muro de travesseiro entre agente ou não... "Miss Jones pare com isso agora!" pensei rindo e me deitei melhor na cama um pouco afastada, mas de frente para Sam, queria ter a imagem dele guardada da minha cabeça antes de dormi... O que não demorou muito pra acontecer...


[...]


No meio da noite sentir algo quentinho me apertando, mas não tive o "trabalho" de acorda e apenas me aninhei mais ao "corpo misterioso"... Na manhã seguindo o Sol brilhava forte, entrando pela minha janela, o que me fez acordar... Gemi baixinho com vontade de tacar um balde de água no sol, só de birra, queria muito dormi um pouco mais, tentei abri os olhos, mas o sol me ofuscava - Seu exibido - murmurei, indignada, para o sol e tentei me mover, mas algo me mantinha firma na cama, e não era a minha vontade de seguir dormindo e sim os braços de Sam, que seguia dormindo e não parecia nem se abalar com sol... Tentei levantar mais uma vez, mas Sam me apertou mais contra o corpo e resmungou alguma coisa que eu não entendi - amor, me solta... tenho que fazer algo pra gente tomar café... Meus pais já devem ter saído - disse meio sonolenta. Estava falando praticamente sozinha já que Sam seguia dormindo... Me mexi um pouco nos braços dele e disse - Samuel Evans, acorda agora... - sorri e continuei - Vamos baby ta na hora de acorda - acariciei o rosto dele com a mão livre e disse - Não me force a te acorda aos beijos... - Nenhuma resposta - você pediu por isso Evans - Não resistir e chupei, lentamente, o lábio inferior dele e dando inicio, sozinha, a um beijo. Delicadamente puxei o cabelo dele com a intenção de despertar Sam e (para) ser correspondida.


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MensagemAssunto: Re: Quarto de Miss Mercy Aretha Jones   Sex Jun 08, 2012 1:41 pm


Raios fortes e quentes atravessavam a janela do quarto, inundando o quarto de Cedes com aquele brilho e calor que não chegava à ser desagradável mas estava bem longe de ser bom. Pelo visto, a chuva da noite anterior fora só mais uma chuva de verão e o sol ia voltar a brilhar forte o resto do mês. Mas apesar de todo aquele sol, ainda estava num sono beeem leve quando senti Mercedes tentar se desprender do meu abraço, o que me fez apertá-la ainda mais e tentar inutilmente trazê-la de volta pra mim. Resmunguei ao perceber que aquilo não seria possível.
"amor, me solta... tenho que fazer algo pra gente tomar café... Meus pais já devem ter saído" Café? quem liga pra comer quando se está dormindo tão confortável e abraçado com ela? resmunguei mais uma vez, desta vez fingindo que voltava a dormir. Até ressonava baixinho pra tornar a atuação mais comovente. "Samuel Evans, acorda agora... Vamos baby ta na hora de acorda" continuei fingindo que dormia, apesar de ter deixado um sorrisinho escapar quando ela fez carinho no meu rosto. "Não me force a te acorda aos beijos..." hmn, até que não era uma má ideia, apesar de eu ter sérias dúvidas se a morena estava falando sério ou só brincando "você pediu por isso Evans" mesmo de olhos fechados, sabia que a diva tinha se inclinado em minha direção e iniciado um beijo matinal, sugando meu lábio sem necessidade de uma permissão. Nos primeiros segundos, me permiti apenas absorver a sensação dos lábios quentes de Mercedes. Por alguma razão não conseguia me acostumar com os leves tremores e arrepios que estar muito perto da morena causavam no meu corpo. No segundo seguinte, já estava com o rosto bem próximo ao dela, avançando o pouco espaço que ainda nos faltava, colando de vez meus lábios e corpo aos da diva, sem pensar em rejeição ou muito menos nas consequências daquela aproximação abrupta. Só queria me abastecer um pouco mais da minha fonte de vitamina Cedes. Movi a cabeça um pouco, mudando para um ângulo mais confortável enquanto levava as duas mãos ao rosto dela, aprofundando o beijo sem muito esforço, já que a morena já tinha praticamente liberado o caminho para que as nossas línguas se encontrassem. Ansiava por aquilo desde a noite passada e nada me faria parar, nem mesmo a falta de ar que já começava a aparecer. Deixei que minha língua apenas se movimentasse junto com a de Cedes, sem necessidade de 'reconhecer' o espaço ou travar uma batalha pelo próprio. Já conhecia a essência e o sabor dela, era só aproveitar. Quando a falta de ar se tornou realmente incômoda, me permiti afastar um pouquinho de Cedes, as mãos ainda no rosto dela, exalando e inspirando todo o ar que conseguia antes de voltar a colar meus lábios nos dela, apenas sugando-os em resposta ao 'atrevimento' da diva. Abri meus olhos lentamente, afastando novamente meu rosto do dela. Contornei com a ponta dos dedos o rosto da morena, passando em volta da sua face até os lábios vermelhos e ligeiramente inchados, reconhecendo duas marquinhas onde eu tinha mordido no dia anterior. Quando minha respiração voltou ao normal, sorri pra ela — Bom dia... Que beleza de despertador, hein? Posso levar pra casa? — e ri, me afastando de vez dela, sentando-me na cama em seguida. Analisei minha roupa, tentando pensar numa desculpa pra dizer pra minha mãe quando ela perguntasse a razão de ela estar tão amassada e depois passei as mãos nos cabelos. Eles ainda estavam um tanto molhados quando eu dormi, então eu provavelmente estava parecendo uma medusa albina. Puxei o celular do bolso fazendo uma careta quando li o "21 chamadas não-atendidas". Sabia que colocar no silencioso era uma má ideia. — ...Tenho que ir pra casa. — sussurrei, fazendo uma caretinha triste pra Cedes enquanto me levantava e espreguiçava. Por incrível que pareça, eu me sentia mais descansado do que nunca. Num momento de pura loucura da minha cabeça, me perguntei como seria dormir e acordar sempre com Cedes ao meu lado.




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MensagemAssunto: Re: Quarto de Miss Mercy Aretha Jones   Sab Jun 09, 2012 4:23 am

*Por um momento, comecei a achar que Sam não despertaria nem com o beijo "será que ele tinha morrido?" pensei no exato momento em que ele começou a reagir e me mostrou que estava bem vivo... Vivo até de mais. Logo ele aproximou nossos corpos, e aquilo vez com que as sensações desconhecidas voltassem a tomar conta do meu corpo... Sam se movimentou mudando o angulo do beijo e colocou as duas mão no meu rosto, sentir o toque como uma caricia e meu corpo todo se arrepiou. Sim, aquilo era muito bom... Quando Sam finalmente aprofundo o beijo tocando a língua dele na minha tive que me controlar pra não deixar o gemido de aprovação escapar... A sensação me fez desperta de vez, estremeci nos braços de Sam enquanto tentava acompanhar os movimentos da língua dele, não era muito experiente nisso, mas parecia que estava indo bem, pois ele demonstrava está gostando, não queria mais parar e pra falar a verdade eu também não. Fechei os olhos desfrutando do momento e do gosto da boca de dele, que era muito bom. Parecia que seus lábios eram feitos de açúcar, bem se isso for verdade e agente continuar nesse ritmo, logo, logo morrerei feliz com diabetes (piadinha interna [?]). Depois de um tempo ele se afastou um pouco de mim, mesmo fazendo uma careta em desgosto puxei bastante ar, porque eu estava precisando muito daquilo. Talvez já estivesse quase desmaiando de falta de ar, durante o beijo, e nem iria perceber. Sam sabia o que fazia, ele estava completamente certo ao ter se afastado, mas antes mesmo que eu pudesse recuperar o folego ele já estava me beijando de novo e eu não poderia reclamar disso, e quer saber? Pro inferno com o folego, se fosso morrer assim, morreria até duas vezes. Ele se afastou e contornou minha boca, com o seu polegar... Sentir meu lábio tremer com o toque, assim como resto do meu corpo. Ele me presenteou com o seu belo sorriso que eu simplesmente amava e disse -"Bom dia... Que beleza de despertador, hein? Posso levar pra casa?" - Sorri e respondi - Pode me levar pra onde você quiser... sou um despertador portátil - Ri mais um pouco enquanto ele se afastava, ficando sentado na cama. Parecia que existia algo no lugar que ele tinha deixado vago, algo que eu não gostava... existia a falta dele ali, isso tinha se tornado algo material, que eu evitaria ter contato. Suspirei fitando o vazio do meu lado e passei a mão no cabelo. Droga meu cabelo, me levantei da cama, enquanto ele olhava algo no celular, e seguir para a comoda que ficado do lado da minha cama, me sentando no banquinho que tinha ali, queria me olhar no espelho e verificar se meu cabelo não estava "Like" isso >> afro . Ao abrir a comoda me lembrei imediatamente do meu note, era isso que ela parecia um note gigante - "...Tenho que ir pra casa" - Ouvir Sam dizer, deixando a "tampa" pesada da comoda cair sobre minha mão, concentrei toda força do meu corpo para não gritar, não ia fazer esse papelão na frente de Sam. Com a mão livre levantei de vez a tampa da comoda, livrando minha mão do peso... agora ela estava latejando fitei o espelho notando o bico que eu estafa fazendo e as lagrimas se formando nos meus olhos, se eu não gritei também não iria chorar, fiquei fitando o espelhos numa luta interna comigo mesma. Eu não era nenhum criança pra chorar porque um pesinho de nada tinha caído na mão... Comecei a respirar fundo começando a controlar os impulsos que tomavam conta do meu corpo... ha quer saber? dane-se. Gritei - SAAAAAAMMM - O olhei e estiquei meu braço na direção dele mostrando a mão, que estava perfeitamente normal, apenas doendo - o espelho caio na minha mão, ta roxo e inchado, olha! - Ok, isso foi a coisa mas ridícula que eu já fiz na vida... Nem quando me machucava quando era criança fazias coisas desse tipo. Meu bico duplicou e eu disse - Ta doendo - O olhei como se esperasse ver ele tirando uma varinha estilo Harry Potter e com um feitiço fazer a dor ir embora, se não estivesse doendo provavelmente começaria a ri de mim mesma por causa da cena pateticamente cômica que eu estava estrelando. Internamente comecei a me perguntar se estava fazendo aquilo tudo porque estava sentindo dor ou porque queria distrair Sam da ideia de ir embora... A única resposta que tive foi um "Quem se importa?"... Na verdade nem eu sabia exatamente o que e porque estava agindo daquela forma. O fato era que Sam despertava em mim a vontade de ser "mimada", cuidada e protegida, coisas que eu nunca sentir precisar antes de ninguém... Porque ele me fazia sentir aquele tipo de coisa? Isso eu não saberia responder tão cedo.


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MensagemAssunto: Re: Quarto de Miss Mercy Aretha Jones   Dom Jun 10, 2012 10:25 pm



No segundo seguinte ao que falei, foi possível ouvir o barulho de algo grande caindo, sendo abafado um pouco depois. Virei-me quase imediatamente, notando que fora a 'tampa' da cômoda de Mercedes. Como ela estava na frente, não deu pra ver se tinha atingido algo. Como a morena não demonstrou nenhuma reação pelos segundos seguintes, ignorei a possibilidade de ela ter se machucado. Voltei a me virar, tentando arrumar a roupa o suficiente para que não parecesse tão amarrotada, desistindo um tempinho depois. Me virei pra Mercedes de novo, dando um pulinho quando ela praticamente alcançou um tom que eu nunca tinha ouvido. Me aproximei, exasperado. "
o espelho caio na minha mão, ta roxo e inchado, olha!" encarei a mão dela, mas não parecia nem roxa, nem inchada. Contudo, peguei-a, fazendo uma massagem cuidadosa ao extremo, exatamente como fazia quando um dos meus irmão se machucava. — Tem que tomar mais cuidado, Cedes... — murmurei, dando um beijo rápido nas costas da mão dela, sorrindo pela enésima vez. — Agora vem e me leva até a porta. — segurei a mão não machucada, puxando-a pra fora do quarto.



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